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domingo, 6 de junho de 2010


ANA CARTAXO TROUXE O PÃO DO CAPÃO QUE EU PEDI UHUUUUU!ABALOU!RSRS
MEU DEEEEUUUUS, AINDA BEM, RSRS, DIGO AINDA BEM, PORQUE TAVA COM CIUMES, MEUS DEUS, TENHO QUE TRABALHAR AINDA MAIS MINHA EVOLUÇÃO.... O CIUMES MINHA NEGAAAAAAAAAAA!RSRS...
É BRINCADEIRA TU SABES BEM...RS
AMEI QUE VC SE DIVERTIU MINHA AMIGA QUERIDA.
AMEI QUE FOI COM EMERSON CABRAL.
MAS, AGORA SÓ VAI COMIGO, RSRS
AMO MUITO VOCÊS.
ANA LER MEUS SIMBOLOS, AMEI O PÃO!


Não adianta mentir pra mim mesma
Ficar me enganando, tentando dizer
Que nunca na vida, nunca na vida eu gostei de pão doce
Porque por mais que eu queira esconder
A verdade é que eu adorava pão doce
Não podia passar sem pão doce
Bastava ver padaria, que logo eu ia, que logo eu ia
Comprar
Não adianta mentir pra mim mesma
Porque no fundo, porque no fundo eu sei muito bem
Que essa história toda de não comer açúcar
Que essa história toda de não comer pão branco
Que essa história toda de viver de mel e pão integral
Isso tudo só foi começar muito depois
Depois de um tempo em que eu era
Tão completamente ingênua
Tão sem força de vontade
Que as doces delicadezas
De qualquer guloseima
Lânguidas me seduziam
E minha língua sofria
De incontrolável fascínio
Por cremes dourados
E frutas cristalizadas
Feito rubis incrustadas
Nas crostas crocantes dos pães
Mas hoje
Hoje tudo é diferente
Se eu olho pruma padaria, me ponho cismando, chego a duvidar
Como é que pôde um dia
Eu ter entrado tanto lá!...
Porque por mais que eu queira, mas que eu queira
Mentir pra mim mesma
Ficar me enganando, tentando dizer
Que nunca na vida, nunca na vida eu gostei de pão doce
Fazendo um exame detido, sendo sincera, eu tenho que admitir
Que a verdade, meus amigos
(pelo menos no que tange a trigos)
A verdade no duro, doa a quem doer
A verdade é que eu adorava pão doce
A verdade é que eu adorava pão doce
A verdade é que eu adorava pão doce...

SUABAUMA...
ENCANTOS...
Na Cachoeira Conversando com a alma...
MUITO BOOOOMMM...
Eu, Peu e Manthur!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O DESEJO É SEMPRE O DESEJO DO OUTRO...
DESEJO....

CHEIROS PARA VOCÊ AÍ:

ESSE CHEIRO DE UNIÃO....
ESSE CHEIRO DO VEGETAL....
ESSE CHEIRO UMA VEZ E TÃO GRANDE.....
ESSE CHEIRO ME "ENEBRIA" DE AMOR....
ESSE CHEIRO DE FOLHAS....
ESSE CHEIRO DE UNIÃO....
ESSE CHEIRO DO VEGETAL....
ESSE CHEIRO DE CACHOEIRA...
QUERO....

LUZ PAZ E AMOR

FUIIIIIIIIII
AH....NÃO QUERO FICAR PARADA...JÁ FUI HÁ TEMPOS...MAS O CHEIRO TA AQUI.....
EXALE EXALE....

...

quinta-feira, 3 de junho de 2010


“ALÉM DO ENCONTRO...”


MELINDROSA

Ano de 1724. Castelo. Cavalarias. Teatro Itália.

Contextualização do conto.

O teatro estava cheio. Carroçarias. Muitos cavalos. Via-se “coco” de cavalos por todo o chão. Era graça, o teatro estava lotado.
“Merda!” ouvia-se por trás da colchia. Era a palavra dita entre os atores antes de entrarem em cena.
Essa era a sorte para iniciar um espetáculo. Muita Merda. Teatro Cheio!

Merda!
O espetáculo começava.

O nome da peça:
“Melindrosa”

Alguém assistindo o espetáculo: Rodolfo Cais.

Alguém atuando no espetáculo: Vera Cruz.

Palco e Platéia.
Vera Cruz e Rodolfo Cais.

Observação:
Eles são casados e vivenciam um grande amor um pelo outro.

Fim do espetáculo. Muitos aplausos.

Rodolfo Cais aplaudiu ao final do espetáculo quando a cortina fechou. Ele estava consumido com o rosto da personagem Melindrosa. Tossiu seco. A atriz estava com o rosto pintado, porém, um pouco borrada de batom, o lápis preto que escorreu com as lágrimas dela, no ato em que ela descobriu que o grande amor da sua vida a traiu. Rodolfo assistia envolvido e tomado pela tamanha atuação do seu Amor, Vera Cruz. Fotografou essa imagem em sua mente. A descoberta da traição. A dor de Vera Cruz.
Não sei explicar porque doeu tanto em Rodolfo Cais essa cena. Será algo, talvez, que ele tenha feito na sua vida, uma traição? Ou se foi à veracidade do seu amor representando Melindrosa?
Rodolfo faleceu indo para casa na carroçaria com Vera Cruz.

Tempos que passam....

Ano de 2010. Prédios. Carros. Festival de teatro San Francisco.

Adelena Alves e Laurinda Garcia.


Encontro 2010
Reencontro de:
Adelena Alves e Laurinda Garcia ou Rodolfo Cais e Vera Cruz.
Explicação atual:
Adelena Alves é casada com Leopoldo Silva e Laurinda Garcia é viuva de Tomaz Ribeiro.
Pausa para dialogar.
Pergunta para o leitor:
O que é um reencontro de vidas passadas?
Voltando a história.
Observação para Laurinda:
Note Laurinda, esse é aquele amor de séculos atrás , Rodolfo é Adelena.
Observação para o escritor.
Aí começa a história?
Resposta do escritor;
Começa.
Inicio de um conto de fantasias.
Laurinda Garcia e Adelena Alves ou Vera Cruz e Rodolfo Cais.
Laurinda Garcia- Atriz- Escritora (Companhia de teatro físico)
Adelena Alves- Atriz- Acrobata (Companhia de Circo).
Caminhos reencontrados.
Onde?
Local;
San Francisco.
Peças turnê em San Francisco, as duas companhias se apresentam.
Data: 6 de março de 2010.
Local: Galpão Antigo.
Nome da peça: “Hana Guanabara, uma bruxa”. Laurinda Garcia é uma das atrizes no elenco e quem assina o texto.
Nome da Peça: “Eva” Adelena Alves. Uma das atrizes do elenco.

....
Depois eu continuo a história porque parece que vai tocar em assuntos que se revelam de segredos da magia dos reencontros.... Um tanto da alma.
Preciso “Pesquisar” esse amor, senti o amor de Laurinda Garcia e Adelena Alves para que eu escreva. Sei que vejo o grande. Meu coração derramou uma lágrima.
O motivo? Uma delas eu soube que não reconheceu a outra em outro corpo, vestimenta Rodolfo Cais é Adelena Alves, preciso saber como “conduzirei” esses amor, essa história.

Para Laurinda Garcia;


“Vai mulher deita e rola na grandeza do que o mundo lhe oferece”.
Tira essa máscara de proteção, nada disso vai adiantar não.
Vai viver seu mistério segredo. Deixa o amor ser por ele. Não segure, ele tem força de alma”.
Uma lágrima escorreu novamente nos meus olhos.
Laurinda não reconhece Adelena.
Outra lágrima nos meus olhos.
Essa história terá que ter um cuidado grande. Estou na vivencia da “pesquisa”.
Não chores Adelena não chores meu bem... A vida ta além do que você esta olhando, seja terna com Laurinda, mostra a ela como é esse amor.

Vou respirar um pouco e volto para contar como tudo aconteceu.

O CIUME...

NÃO DEVE SER BEM SERENADO CULTIVADO NO CORAÇÃO...

CIUME É NÃO MERGULHAR NO AMOR MAIS PLENO....

CIUME É SENTIR AMOR PEQUENO

CIUME É SEGURAR CORAÇÃO

CIUME É SUFOCO DE ALMA

CIUME É LONGITUDE DE DEUS

CIUME É NÃO FRATERNIDADE

CIUME É POSSESSIVIDADE

CIUME É ASSEGURAR

NÃO TER CIUME É SABER MAIS QUE AMAR...

RELAÇÃO É RESPEITO... TUDO MISTURADO....

AS VEZES O AMOR VEM COMEÇANDO BEM DEVAGAR SEM TEORIZAR, SEM EXPLICAR E SEM SABER QUANDO FOI QUE COMEÇOU....E SE JÁ COMEÇOU...OU SE VAI COMEÇAR...

VIVO INDO SEM PRESSA.... DEFINIR O QUE ESTOU VIVENDO...SEM ME COBRAR, SEM ATROPELAR, SEM CIUMAR...

EXPERIENCIAR...

NÃO TENHO CONVICÇÃO DE NADA.

TENHO SÓ GARANTIA HOJE DE QUERER VER PASSAROS VOAR....

CIUME NÃO TRAZ O BEM...

ISSO NÃO É CONTO DE POESIAS...É SENTIMENTO DO MEU CORAÇÃO...DEMOROU ELE A CHEGAR AQUI...E CAMINHO AINDA MAIS...

QUERO ANDAR LIVRE PELO MUNDO....TENHO ALMA CIGANA....

AMO
A B C D E F G H I J L M N


E VOCÊ AMA

A B C D FE F G H I J.....


ESPERO QUE TROQUEMOS NOSSA FORMA MAIS DIFERENTE DE SE AMAR...TALVEZ SEJA ESSE O NOSSO MAIOR APRENDIZADO DE UM ENCONTRO...

COMO VC AMA?

COMO EU AMO?


EU AMO LIVRE....

O TEMPO LHE DIRÁ OU NÃO...


AMAR AMAR AMAR....


AMAR AMAR...


quarta-feira, 2 de junho de 2010




Ayuasca....
Segunda noite sonhando...
Eu vou...
LUZ, PAZ E AMOR.

LARISSA, EU, MIRELLA E GIO...BREN E TAI TINHAM SE ATRASADO...RSRS
SAUDADES DE UM CHÁ COM VCS...TIREI ISSO DO TÚNEL DO TEMPO PARA REMEMORAR...TEMPOS ENGRAÇADOS...
TOMANDO UM CHÁ....UM DELIRIOZINHO UM BOCADINHO...
Conversas soltas:
Hora da conversa: as 800 horas.
"gssavgafwredxb cc bda ZB XSCAD X
ZVAFASDSHT vgbx
fgvvxnjxnbbgcvfcdsdhfnjdhfyd..."
TUDO MUITO GOSTOSO...
O TEMPO É UMA DELÍCIA...

terça-feira, 1 de junho de 2010


Para uma FLOR de água doce de mel que cheira a cachoeira do capão,

Que faço flor, se perguntam: “Você escreveu o nome da flor nas águas da cachoeira?”
Falo ou não falo?
É “errado” amar com liberdade de cachoeira? Eu amo a fluência dessa água doce banhada de mel... Que mal há em dizer que escrevi um nome nas águas? E que este nome perfumou as cachoeiras.... É “errado” escrever livre? É errado falar de amor sem compromissos de alianças? É errado amar solto? Que mal há em dizer que as águas refrescam-se com o seu nome? Que mal há se escrevo nas águas do capão o seu nome na cachoeira???
Quando duas flores se reconhecem nascem jardins. Tenho dentro de mim girassóis.
Peço ao mundo que lhe proteja sempre banhada de água doce de MEL.
Estou me refrescando de TERRA molhada...sei que sabe disso... Tem algo lindo que vem me plantando...
Preciso me plantar, plantar os meus girassóis. Encontrei uma terra onde tenho caminhado com os passos calmos e livres...uma terra...
preciso me plantar, não tenho raizes que me fincam a terra, tenho pés que me fazem passear...
sei amar- plantar assim...
bom não é flor?
por isso não deixo de senti o aroma de uma flor doce de mel...pois tenho pes voadores...
mesmo me Plantando com felicidade numa terra fresca de ficar ficar ficar...