ESSES DIAS MEU BLOG ESTA UM DIÁRIO, QUASE UM TWITTER, VOU ME PERDOAR, POSTAR O QUE QUERO, JÁ QUE CHAMO O MEU BLOG DE "UM BOCADINHO DE CADA COISA", TUDO CABE, RS!
FERIADO DE PÁSCOA....CASA DE VÓ....
HOJE NUMA CONVERSA COM O MEU IRMÃO...UMA CONVERSA BANAL....ELE FALOU:
CONHEÇO O SEU BLOG.
ME ASSUSTEI.
....
OPS!
AI!
EITA!
VIVA!
VÁRIOS SENTIMENTOS, RS!
FICO FELIZ! MEU IRMÃO LENDO O MEU BLOG, RS. VOU TER QUE REPETIR AQUI;
IRMÃO É TUDO CRIAÇÃO, VIU?! ARTE ARTE ARTE ARTE....
KKKK
LOVE YOU PARA SEMPRE!
VOCÊ É O CARA!! UM DOS HOMENS MAIS MARAVILHOSOS QUE CONHEÇO; OLHO E DIGO:
ESSE É DE OUTRO MUNDO!ESPECIAL! SOMOS O OPOSTO DO OPOSTO DO OPOSTO...PENSAMOS O MUNDO BEEEEM DIFERENTE...MAS TEM ALGO ENORME QUE NOS FAZ DIALOGAR, SENTIR PROFUNDAMENTE UM O MUNDO DO OUTRO...O AMOR.
GRATA SEMPRE
PARA SEMPRE MEU GEORGE.
Minha lista de blogs
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010

A Idade do Céu
Paulinho Moska
Composição: Jorge Drexler; versao: Moska
Paulinho Moska
Composição: Jorge Drexler; versao: Moska
Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...
Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...
Oh! Oh!...Oh! Oh!
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu...
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Ah! Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu...(2x)
A mesma idade
Que a idade do céu...
CAMINHOS...

CAMINHOS LABIRINTICOS:
Eu estava caminhando para casa de um grande amigo hoje... Pensando na vida... Pensando na vida... Pensando... Onde tudo vai parar depois de tanto caminhar?
Eu quero ir para San Francisco quero ir para a Itália, quero ficar, quero....
Três dias de o coração doer já não é bom não... Essa dor é de outros que sinto... Mas tem dor minha também... A vida não tem que doer.... Tem não coração, tem não coração, tem não coração...
Eu tava pensando, pensando.... O que eu mereço? Mereço o que eu desejo... Desejo paz, profundamente paz.... Desejo acalmar os dragões se eles cuspirem fogos... Energias de raiva, rancor, tristezas.... Tudo isso coloca um sombreamento na vida da pessoa, aí dói o coração.... Eu sempre quando sinto cheiro de coisas desse tipo, meio cheiro de coisa densa, falo: Pare, caio fora, eu não mereço.
Quero sentimentos leves, com cheiros de pêssegos.... Quero o olhar doce... Porque o tenho dentro de mim.... Não sou santa, boba, besta, ingênua, nem experta... Sou apenas algo transparente paciente... Penso que estamos nessa vida para aprender... Sermos mais fraternos com o próximo... Segurar nas mãos das pessoas.
Se desnudar e falar, seja quem for: “Me veja, me olhe de verdade, se quiser caminhar na evolução, vamos?”. Estou me descobrindo a todo instante... Estou colocando idéias soltas... Isso não é um conto, talvez, possa vir a escrever algo sobre essa temática, quer dizer essas temáticas...
Ah, não mereço a sua, a sua, contradição quando fica, fica, com raiva, raiva de mim... Tenho amor, amor e te quero, quero bem.. Se perceber, perceber, olhar direitinho, não é gratuitamente uma ligação, ligação... É só observar de perto, perto... Eu sofro quando sinto o seu sentimento todo anuviado, anuviado, de fato, eu não mereço.... Talvez, você, você, perceba, quem eu sou de fato.... Eu sei que me tem amor, amor, eu sinto.
Não estou bêbada com as palavras repetidas.... rs...Não são erros gramaticais e nem erro de digitação...Não há um erro na verdade....Na verdade, verdade, eu falo de você, você...
Ah, mudando da água para o vinho... Dentre os meus pensamentos vinha algo grande... Um pensamento assim: “Vou estar hoje um Bocadinho na Itália, colocar, Kari Allatta no colinho e dar um beijo no coração e no olhinho dela...” Apenas porque a amo... Minha querida, figura que sente de longe, minha mana, amore, amiga multiplicidades de sentimentos... Desejo o mundo mais belo para ti... Encantada como você...
Mudando de assunto.... Mudo de assunto mil vezes, sou igual a minha mãe, rs.... Aí caminhando para casa desse grande amigo, falei acima que eu estava indo para casa de um grande amigo (pensando em tudo isso)... Deparo-me com uma figura, um pouco inusitada (algo do tipo, diferente de um comportamento “lógico” acho que era esquizofrênica... Não que eu venha dizer aqui que o ser humano é lógico, rs, eu mesma estou escrevendo mil coisas sem lógicas... Mesmo que tenha as vezes uma lógica para mim....Mas a moça, era esquizofrênica, ela me para do nada e fala; “ você é Italiana, não é ?” Vixe, pensei: “Será que ela captou a minha energia tão européia naquele momento?
Eu estava na Itália colocando KARINA ALLATATA no colo e vice versa, coisa de pessoas que se querem bem....A moça disse depois: “Você não é Adriana Calcanhoto Mesmo?” Eu estava irritada, mas também curiosa com a conversa da figura...Tentei desviar o assunto, perguntei: “Você sabe qual ônibus eu pego para o colégio Central ?” Ela me responde algo nada haver pelo menos na minha lógica...rs: “Cuidado, foi lá perto que Joana Dar’c morreu na fogueira, e quem me contou foi o moço mascarado, lá no Titanic...” Vixe, rs, Peguei o ônibus, rs, e parei na casa do meu amigo, rs. Invocada... rs...
Cheguei na casa do meu amigo....Conversamos, largamos dragões, rs.. Eu tava com umas loucuras na cabeça, ele outras... Trocamos idéias.... Pensei: “Vou mandar tudo o que eu vejo e não falo.... Vou começar a falar... Troço de ser tão cuidadosa...” Depois... Pensei... Pensei.... Encontrei outra amiga.... Tomamos uma cerveja.... Falamos muitoooo, rs, chegamos a conclusões incríveis, depois fomos ao mercado, tarde da noite, pegamos uma fila miserável... E.... Pensei, pensei.... Peguei o meu dragão, e falei: “você não faz parte da minha história, dessa nova história, não é você que eu quero alimentar...” O dragão, sem alimentos coléricos morre. Aí voltei para casa, e vir alimentar o que é mais lindo, puro, e sincero: o amor..... E o amor por você você... Aí emanando isso você você sente, e o mundo, no meu romantismo vira paz....
Girassóis, velas lilás, incensos, colares brancos, espiritualidade, transformação, água, ar, terra, fogo, encontros energéticos, pirâmide do poder com raios de amor, cor transparente, harmonia, percepção, alecrim, mãos dadas, sexualidade, anjo, yemanja, oxossi, mel, ciganas, pretinho, Xamã, Búzios, transmutação...
RESPIRO O AR E EMANO....
Eu estava caminhando para casa de um grande amigo hoje... Pensando na vida... Pensando na vida... Pensando... Onde tudo vai parar depois de tanto caminhar?
Eu quero ir para San Francisco quero ir para a Itália, quero ficar, quero....
Três dias de o coração doer já não é bom não... Essa dor é de outros que sinto... Mas tem dor minha também... A vida não tem que doer.... Tem não coração, tem não coração, tem não coração...
Eu tava pensando, pensando.... O que eu mereço? Mereço o que eu desejo... Desejo paz, profundamente paz.... Desejo acalmar os dragões se eles cuspirem fogos... Energias de raiva, rancor, tristezas.... Tudo isso coloca um sombreamento na vida da pessoa, aí dói o coração.... Eu sempre quando sinto cheiro de coisas desse tipo, meio cheiro de coisa densa, falo: Pare, caio fora, eu não mereço.
Quero sentimentos leves, com cheiros de pêssegos.... Quero o olhar doce... Porque o tenho dentro de mim.... Não sou santa, boba, besta, ingênua, nem experta... Sou apenas algo transparente paciente... Penso que estamos nessa vida para aprender... Sermos mais fraternos com o próximo... Segurar nas mãos das pessoas.
Se desnudar e falar, seja quem for: “Me veja, me olhe de verdade, se quiser caminhar na evolução, vamos?”. Estou me descobrindo a todo instante... Estou colocando idéias soltas... Isso não é um conto, talvez, possa vir a escrever algo sobre essa temática, quer dizer essas temáticas...
Ah, não mereço a sua, a sua, contradição quando fica, fica, com raiva, raiva de mim... Tenho amor, amor e te quero, quero bem.. Se perceber, perceber, olhar direitinho, não é gratuitamente uma ligação, ligação... É só observar de perto, perto... Eu sofro quando sinto o seu sentimento todo anuviado, anuviado, de fato, eu não mereço.... Talvez, você, você, perceba, quem eu sou de fato.... Eu sei que me tem amor, amor, eu sinto.
Não estou bêbada com as palavras repetidas.... rs...Não são erros gramaticais e nem erro de digitação...Não há um erro na verdade....Na verdade, verdade, eu falo de você, você...
Ah, mudando da água para o vinho... Dentre os meus pensamentos vinha algo grande... Um pensamento assim: “Vou estar hoje um Bocadinho na Itália, colocar, Kari Allatta no colinho e dar um beijo no coração e no olhinho dela...” Apenas porque a amo... Minha querida, figura que sente de longe, minha mana, amore, amiga multiplicidades de sentimentos... Desejo o mundo mais belo para ti... Encantada como você...
Mudando de assunto.... Mudo de assunto mil vezes, sou igual a minha mãe, rs.... Aí caminhando para casa desse grande amigo, falei acima que eu estava indo para casa de um grande amigo (pensando em tudo isso)... Deparo-me com uma figura, um pouco inusitada (algo do tipo, diferente de um comportamento “lógico” acho que era esquizofrênica... Não que eu venha dizer aqui que o ser humano é lógico, rs, eu mesma estou escrevendo mil coisas sem lógicas... Mesmo que tenha as vezes uma lógica para mim....Mas a moça, era esquizofrênica, ela me para do nada e fala; “ você é Italiana, não é ?” Vixe, pensei: “Será que ela captou a minha energia tão européia naquele momento?
Eu estava na Itália colocando KARINA ALLATATA no colo e vice versa, coisa de pessoas que se querem bem....A moça disse depois: “Você não é Adriana Calcanhoto Mesmo?” Eu estava irritada, mas também curiosa com a conversa da figura...Tentei desviar o assunto, perguntei: “Você sabe qual ônibus eu pego para o colégio Central ?” Ela me responde algo nada haver pelo menos na minha lógica...rs: “Cuidado, foi lá perto que Joana Dar’c morreu na fogueira, e quem me contou foi o moço mascarado, lá no Titanic...” Vixe, rs, Peguei o ônibus, rs, e parei na casa do meu amigo, rs. Invocada... rs...
Cheguei na casa do meu amigo....Conversamos, largamos dragões, rs.. Eu tava com umas loucuras na cabeça, ele outras... Trocamos idéias.... Pensei: “Vou mandar tudo o que eu vejo e não falo.... Vou começar a falar... Troço de ser tão cuidadosa...” Depois... Pensei... Pensei.... Encontrei outra amiga.... Tomamos uma cerveja.... Falamos muitoooo, rs, chegamos a conclusões incríveis, depois fomos ao mercado, tarde da noite, pegamos uma fila miserável... E.... Pensei, pensei.... Peguei o meu dragão, e falei: “você não faz parte da minha história, dessa nova história, não é você que eu quero alimentar...” O dragão, sem alimentos coléricos morre. Aí voltei para casa, e vir alimentar o que é mais lindo, puro, e sincero: o amor..... E o amor por você você... Aí emanando isso você você sente, e o mundo, no meu romantismo vira paz....
Girassóis, velas lilás, incensos, colares brancos, espiritualidade, transformação, água, ar, terra, fogo, encontros energéticos, pirâmide do poder com raios de amor, cor transparente, harmonia, percepção, alecrim, mãos dadas, sexualidade, anjo, yemanja, oxossi, mel, ciganas, pretinho, Xamã, Búzios, transmutação...
RESPIRO O AR E EMANO....
terça-feira, 30 de março de 2010

PS: MUITO BACANA! UM COISO MUITO QUERIDO, ME ENVIOU, GOSTEI POSTEI!
A solidão essencial
O amor que nos resolve a vida é uma promessa enganosa.
IVAN MARTINS - Editor-executivo de ÉPOCA
Acho que foi um professor de cursinho quem contou em classe o mito dos andróginos. Parte homem e parte mulher, esses seres eram tão completos e tão felizes que despertaram a inveja de Zeus.
Irado, o patriarca do Olimpo disparou raios que separaram em duas cada uma das criaturas perfeitas. Desde então, elas vagam pelo mundo em busca de sua metade. São solitárias e incompletas. Somos nós.
Não sei o que os gregos queriam dizer ao criar essa lenda, mas a maneira como nós a interpretamos, modernamente, é muito clara: existe alguém lá fora que nasceu para nós. Enquanto não acharmos essa metade (o amor verdadeiro) jamais seremos felizes.
Muitos de nós acreditamos nisso o tempo todo. Outros acreditam apenas de vez em quando. Raro é encontrar alguém totalmente imune a essa espécie de esperança (ou seria armadilha?) romântica.
Mas eu às vezes me pergunto se essa é uma ideia construtiva. É saudável imaginar que a nossa felicidade não depende de nós, mas, sim, de outra pessoa qualquer? Mesmo sem tomar o mito dos andróginos ao pé da letra, milhões de pessoas adiam o futuro diariamente à espera de que a vida lhes traga um grande amor, aquele que vai colocar tudo nos eixos.
Eu pergunto de novo: essa é uma ideia saudável?
Há um livro do qual eu gosto muito que trata dessa questão – a ideia do amor romântico – como nenhum outro. Chama-se “Sem fraude nem favor, estudos sobre o amor romântico” e foi escrito pelo psiquiatra e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa, uma das pessoas que melhor fala dos sentimentos e das emoções no mundo real (que é o contrário do mundo idealizado no qual a gente, sem perceber, passa a maior parte da nossa vida).
Nesse livro, Jurandir afirma que o amor romântico – ao contrário de tudo que nos dizem – não é natural e universal, não é incontrolável e nem é condição essencial à felicidade humana. Isso seriam apenas coisas em que se acredita.
Não vou reproduzir os argumentos minuciosos e nem a prosa erudita do escritor, mas essencialmente ele afirma que o amor exaltado, sublime e raro que nós endeusamos é uma invenção social (como a música) e uma crença (como a religião) que pode perfeitamente ser questionada e modificada. Não existe um jeito eterno e imutável de amar, diz ele. O amor e a forma de encará-lo sempre variaram ao longo da história. Se nosso jeito atual de amar nos parece opressivo, antiquado ou insatisfatório, que tal tentar outra forma de amar?
É estranho pensar no amor dessa maneira, não? Estamos acostumados a vê-lo como algo imutável, quase sagrado, que as pessoas têm ou não têm, conseguem ou não conseguem. Mas claramente não é assim. Ao redor de nós existem pessoas que tratam o amor de forma muito diferente entre si. Fulano é muito romântico, quase tonto, enquanto fulana é de um pragmatismo inquietante: sabe exatamente o que deseja e vai atrás. Essas são diferenças reais, que mostram que o bicho amor não é exatamente o mesmo para todo o mundo.
Quando se compara o nosso modo de agir e pensar com o das outras culturas, as diferenças ficam ainda mais óbvias.
Lembro de ter tido, anos atrás, uma conversa muito interessante com um amigo nissei que havia morado no Japão. Éramos os dois casados e eu me queixava das dificuldades do casamento. O amigo, mais velho, respirou fundo e me disse que, no Japão, eles achavam que casamento era uma coisa muito séria para ser decidida por paixão. Se você ia passar a vida com alguém, as compatibilidades eram mais importantes que o desejo.
Na hora achei aquilo esquisito, mas hoje percebo que ele estava sugerindo apenas outra forma de olhar para a mesma situação: diante da escolha do casamento, que tipos de sentimentos são mais importantes?
Nos últimos dias, eu tenho pensado muito em um aspecto particular da nossa ideologia do amor, aquele que diz que é impossível ser feliz sozinho. Não é só a música de Tom Jobim que afirma isso. Tudo que nos circunda brada a mesma mensagem. Ela está nos filmes, nas novelas, nas conversas. Ausência de parceiro é sinônimo de infelicidade, fracasso ou esquisitice. Ou tudo isso junto.
Talvez seja verdade que as pessoas sem parceiros tendem a serem menos felizes, mas o contrário certamente é falso: estar com alguém, ter alguém, não é garantia de felicidade.
A gente sabe disso, a gente vive isso, mas, socialmente, a gente não divide essa informação. Para todos os efeitos públicos, vale o seguinte combinado: se a pessoa está casada, ou tem um namorado bacana, sua vida está “resolvida”. Mas isso é falso, não?
Namorei uma vez uma moça cujo pai, um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora, estava há meses numa terrível depressão. Eu olhava para o sujeito e não entendia. Ele tinha mulher, filhos, casa, profissão, amigos e... tinha desmoronado. Os motivos íntimos da derrocada talvez nem ele soubesse, mas a lição para mim foi clara: nossas questões interiores não se resolvem com a parceria amorosa, nem mesmo com a família.
Não adianta nos cercamos de um cenário de propaganda de margarina (mulher, filhos, cachorro, condomínio) porque, ao final, nossa felicidade depende de nós, das forças interiores que nós somos capazes de mobilizar. As pessoas que amamos nos ajudam, mas elas não substituem nosso amor próprio, nossa motivação e a nossa estabilidade. Precisamos das pessoas, mas precisamos ainda mais de nós mesmos.
É por isso que a promessa de felicidade amorosa às vezes me incomoda. Ela é falsa. Ela é uma forma de propaganda enganosa. Ela conduz as pessoas numa procura inútil por alguém que as faça sentir inteiras e completas, quando, na verdade, essa sensação de inteireza talvez seja inalcançável.
Se a gente olhar de novo para o mito do andrógino, talvez haja nele outra sabedoria a ser extraída: a de que nós, homens e mulheres, somos criaturas intrinsecamente solitárias. Vivemos em grupo, precisamos do grupo e buscamos conforto na intimidade do outro, no amor. Mas talvez seja da nossa natureza jamais nos sentirmos inteiros e completos.
Talvez haja em nós uma inquietação inextinguível e uma angústia que advêm da nossa própria consciência e que nos torna humanos. O amor seria então um alento, um consolo, uma fogueira que nos protege do frio. Mas o frio está lá. E a melhor medida da felicidade talvez seja a forma como lidamos com ele. Como indivíduos, não como casais.
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras.)
O amor que nos resolve a vida é uma promessa enganosa.
IVAN MARTINS - Editor-executivo de ÉPOCA
Acho que foi um professor de cursinho quem contou em classe o mito dos andróginos. Parte homem e parte mulher, esses seres eram tão completos e tão felizes que despertaram a inveja de Zeus.
Irado, o patriarca do Olimpo disparou raios que separaram em duas cada uma das criaturas perfeitas. Desde então, elas vagam pelo mundo em busca de sua metade. São solitárias e incompletas. Somos nós.
Não sei o que os gregos queriam dizer ao criar essa lenda, mas a maneira como nós a interpretamos, modernamente, é muito clara: existe alguém lá fora que nasceu para nós. Enquanto não acharmos essa metade (o amor verdadeiro) jamais seremos felizes.
Muitos de nós acreditamos nisso o tempo todo. Outros acreditam apenas de vez em quando. Raro é encontrar alguém totalmente imune a essa espécie de esperança (ou seria armadilha?) romântica.
Mas eu às vezes me pergunto se essa é uma ideia construtiva. É saudável imaginar que a nossa felicidade não depende de nós, mas, sim, de outra pessoa qualquer? Mesmo sem tomar o mito dos andróginos ao pé da letra, milhões de pessoas adiam o futuro diariamente à espera de que a vida lhes traga um grande amor, aquele que vai colocar tudo nos eixos.
Eu pergunto de novo: essa é uma ideia saudável?
Há um livro do qual eu gosto muito que trata dessa questão – a ideia do amor romântico – como nenhum outro. Chama-se “Sem fraude nem favor, estudos sobre o amor romântico” e foi escrito pelo psiquiatra e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa, uma das pessoas que melhor fala dos sentimentos e das emoções no mundo real (que é o contrário do mundo idealizado no qual a gente, sem perceber, passa a maior parte da nossa vida).
Nesse livro, Jurandir afirma que o amor romântico – ao contrário de tudo que nos dizem – não é natural e universal, não é incontrolável e nem é condição essencial à felicidade humana. Isso seriam apenas coisas em que se acredita.
Não vou reproduzir os argumentos minuciosos e nem a prosa erudita do escritor, mas essencialmente ele afirma que o amor exaltado, sublime e raro que nós endeusamos é uma invenção social (como a música) e uma crença (como a religião) que pode perfeitamente ser questionada e modificada. Não existe um jeito eterno e imutável de amar, diz ele. O amor e a forma de encará-lo sempre variaram ao longo da história. Se nosso jeito atual de amar nos parece opressivo, antiquado ou insatisfatório, que tal tentar outra forma de amar?
É estranho pensar no amor dessa maneira, não? Estamos acostumados a vê-lo como algo imutável, quase sagrado, que as pessoas têm ou não têm, conseguem ou não conseguem. Mas claramente não é assim. Ao redor de nós existem pessoas que tratam o amor de forma muito diferente entre si. Fulano é muito romântico, quase tonto, enquanto fulana é de um pragmatismo inquietante: sabe exatamente o que deseja e vai atrás. Essas são diferenças reais, que mostram que o bicho amor não é exatamente o mesmo para todo o mundo.
Quando se compara o nosso modo de agir e pensar com o das outras culturas, as diferenças ficam ainda mais óbvias.
Lembro de ter tido, anos atrás, uma conversa muito interessante com um amigo nissei que havia morado no Japão. Éramos os dois casados e eu me queixava das dificuldades do casamento. O amigo, mais velho, respirou fundo e me disse que, no Japão, eles achavam que casamento era uma coisa muito séria para ser decidida por paixão. Se você ia passar a vida com alguém, as compatibilidades eram mais importantes que o desejo.
Na hora achei aquilo esquisito, mas hoje percebo que ele estava sugerindo apenas outra forma de olhar para a mesma situação: diante da escolha do casamento, que tipos de sentimentos são mais importantes?
Nos últimos dias, eu tenho pensado muito em um aspecto particular da nossa ideologia do amor, aquele que diz que é impossível ser feliz sozinho. Não é só a música de Tom Jobim que afirma isso. Tudo que nos circunda brada a mesma mensagem. Ela está nos filmes, nas novelas, nas conversas. Ausência de parceiro é sinônimo de infelicidade, fracasso ou esquisitice. Ou tudo isso junto.
Talvez seja verdade que as pessoas sem parceiros tendem a serem menos felizes, mas o contrário certamente é falso: estar com alguém, ter alguém, não é garantia de felicidade.
A gente sabe disso, a gente vive isso, mas, socialmente, a gente não divide essa informação. Para todos os efeitos públicos, vale o seguinte combinado: se a pessoa está casada, ou tem um namorado bacana, sua vida está “resolvida”. Mas isso é falso, não?
Namorei uma vez uma moça cujo pai, um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora, estava há meses numa terrível depressão. Eu olhava para o sujeito e não entendia. Ele tinha mulher, filhos, casa, profissão, amigos e... tinha desmoronado. Os motivos íntimos da derrocada talvez nem ele soubesse, mas a lição para mim foi clara: nossas questões interiores não se resolvem com a parceria amorosa, nem mesmo com a família.
Não adianta nos cercamos de um cenário de propaganda de margarina (mulher, filhos, cachorro, condomínio) porque, ao final, nossa felicidade depende de nós, das forças interiores que nós somos capazes de mobilizar. As pessoas que amamos nos ajudam, mas elas não substituem nosso amor próprio, nossa motivação e a nossa estabilidade. Precisamos das pessoas, mas precisamos ainda mais de nós mesmos.
É por isso que a promessa de felicidade amorosa às vezes me incomoda. Ela é falsa. Ela é uma forma de propaganda enganosa. Ela conduz as pessoas numa procura inútil por alguém que as faça sentir inteiras e completas, quando, na verdade, essa sensação de inteireza talvez seja inalcançável.
Se a gente olhar de novo para o mito do andrógino, talvez haja nele outra sabedoria a ser extraída: a de que nós, homens e mulheres, somos criaturas intrinsecamente solitárias. Vivemos em grupo, precisamos do grupo e buscamos conforto na intimidade do outro, no amor. Mas talvez seja da nossa natureza jamais nos sentirmos inteiros e completos.
Talvez haja em nós uma inquietação inextinguível e uma angústia que advêm da nossa própria consciência e que nos torna humanos. O amor seria então um alento, um consolo, uma fogueira que nos protege do frio. Mas o frio está lá. E a melhor medida da felicidade talvez seja a forma como lidamos com ele. Como indivíduos, não como casais.
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras.)
“O mundo em que vivemos talvez seja um mundo de aparências. A espuma de uma realidade mais profunda que escapa ao tempo, ao espaço, a nossos sentidos e a nosso entendimento. Mas, nosso mundo da separação, da dispersão, da finitude, significa também o mundo da atração, do reencontro, da exaltação. E estamos plenamente imersos nesse mundo que é o de nossos sentimentos, felicidades e amores. Não experimenta-lo, é evitar o sentimento, mas também não haverá o gozo. Quanto mais estamos aptos a felicidade, mais nos aproximamos da infelicidade…”
(Clarice Lispector In: Água Viva)
sábado, 27 de março de 2010

SEDUÇÃO PARTE II OU SER FATAL PARTE II....
ESTOU INVOCADA COM ESSA TEMÁTICA, RS.
HOJE EU PENSEI:
O SER HUMANO É ALGO COMPLEXO, AS CONTRADIÇÕES DAS CONVERSAS ME FASCINAM.
ASSIM... VOCÊ PENSA UMA COISA, FALA OUTRA.... VOCÊ QUER UMA COISA NÃO QUERENDO QUERENDO...O SER HUMANO É FANTASTICAMENTE FANTÁSTICO...UM REPÉRTORIO DE CONTOS NOS CANTOS DAS ALMAS....
PASME! AINDA MAIS SERES HUMANOS QUE EXALAM BELAS CONTRADIÇÕES DE FORMAS TÃO HONESTAS, SEM PESO... SINGELAS, INTEGRAS, QUE SE OUVEM COMO SINOS NO AR... ADORO QUANDO AS CONTRADIÇÕES SÃO EXALADAS POR PESSOAS INTEGRAS, PORQUE ELAS SÃO “VISTAS” DE FORMAS COLORIDAS...ESSAS SÃO PESSOAS QUE ME INTERESSAM...
OLHA, CUIDADO, CUIDADO, RS, VOU DIZER VOCÊ NÃO FALE A, PORQUE EU LEIO: B, C, D...RSRS
SERÁ QUE SOU MACUMBADA??? KKKK...EU OUÇO O QUE EU QUERO E NÃO QUERO OUVIR...DEVE SER O SANTO...RSRS...
SEDUÇÃO? SER FATAL?
VOU ESCREVER COM AS PERNAS CRUZADAS, PARA SEDUZIR.... TUDO QUE RELATAREI AQUI. SEDUTORA? RSRS
SER PIN UPS???
HUUUUUMMMM VEJA BEM,NÃO É BEM ASSIM....
INÍCIO DE UMA SUPOSTA PESQUISA, RS:
UMA MULHER CRUZANDO AS PERNAS, SEGURANDO UM COPO DE VINHO, COM BATONS VERMELHOS, DE CABELOS LONGOS, COM ROUPAS PROVOCANTES, UM OLHAR BLASÉ... ISSO É SEDUÇÃO??? PODE SER... DEPENDE DO CONTEXTO....
HUMMMM, MEIO FAKE. NÃO?
UM HOMEM, FUMANDO UM CIGARRO, COM PERNAS CRUZADAS ( DE FORMA BEM MASCULINA), OLHANDO PARA OUTRA MULHER ( LHE DESPINDO, DE FORMA PENETRANTE)ISSO É FATAL???
HUMMMMM... NÃO SEI, SEI, NÃO SEI (FAKE)
UM SER HUMANO (HOMEM OU MULHER) ACORDANDO, BRINCANDO, CHORANDO, SE DESMIOLANDO, GARGALHANDO, DE PERNAS NÃO CRUZADAS, COM ROUPAS DESMAZELADAS, DE CABELOS EMARANHADOS...BEBENDO ÁGUA, CACHAÇA, SUCO, TODINHO...RS...É SENSUAL? É FATAL???
HUUMMMM, SEI, NÃO, SEI...SEI...SENSUAL??
ESTOU NA PESQUISA DA COISA...VOU OBSERVAR A FATALIDADE E A SENSUALIDADE...
O PROBLEMA VAI SER SE EU FICAR TÃO FATAL, TÃO SENSUAL E QUERER EU MESMA ME COMER...RS
HUUUM...FAKE, FAKE....
ESSE TEMA ME CUTUCOU...ME PROVOCOU, INTRIGOU, IRRITOU,ADORO SER IRRITADA EM FORMA DE PAZ...
BEM, BEM, VEJAMOS, DAQUI A ALGUNS ANOS FAREI UMA CONFERÊNCIA DA PESQUISA COLETADA: SEDUÇÃO PRECISA SER FATAL?
AH, CHAMAREI QUEM PARA FAZER A MATÉRIA?? JÁ SEI.VOCÊ.
ESSE TEMA....INSPIROU-ME... PROVOCOU-ME...EU ADORO!! RS
É ENGRAÇADO COMO ÁS PESSOAS NÃO PERCEBEM A COLABORAÇÃO DE COISAS QUE ELAS ME DÃO...COISAS LINDAS...SÓ AS PESSOAS QUE ME INTERESSAM, RS, PESSOAS FATAIS (VIUXE,RS) COMO VOCÊS TAMBÉM...
ESTOU INVOCADA COM ESSA TEMÁTICA, RS.
HOJE EU PENSEI:
O SER HUMANO É ALGO COMPLEXO, AS CONTRADIÇÕES DAS CONVERSAS ME FASCINAM.
ASSIM... VOCÊ PENSA UMA COISA, FALA OUTRA.... VOCÊ QUER UMA COISA NÃO QUERENDO QUERENDO...O SER HUMANO É FANTASTICAMENTE FANTÁSTICO...UM REPÉRTORIO DE CONTOS NOS CANTOS DAS ALMAS....
PASME! AINDA MAIS SERES HUMANOS QUE EXALAM BELAS CONTRADIÇÕES DE FORMAS TÃO HONESTAS, SEM PESO... SINGELAS, INTEGRAS, QUE SE OUVEM COMO SINOS NO AR... ADORO QUANDO AS CONTRADIÇÕES SÃO EXALADAS POR PESSOAS INTEGRAS, PORQUE ELAS SÃO “VISTAS” DE FORMAS COLORIDAS...ESSAS SÃO PESSOAS QUE ME INTERESSAM...
OLHA, CUIDADO, CUIDADO, RS, VOU DIZER VOCÊ NÃO FALE A, PORQUE EU LEIO: B, C, D...RSRS
SERÁ QUE SOU MACUMBADA??? KKKK...EU OUÇO O QUE EU QUERO E NÃO QUERO OUVIR...DEVE SER O SANTO...RSRS...
SEDUÇÃO? SER FATAL?
VOU ESCREVER COM AS PERNAS CRUZADAS, PARA SEDUZIR.... TUDO QUE RELATAREI AQUI. SEDUTORA? RSRS
SER PIN UPS???
HUUUUUMMMM VEJA BEM,NÃO É BEM ASSIM....
INÍCIO DE UMA SUPOSTA PESQUISA, RS:
UMA MULHER CRUZANDO AS PERNAS, SEGURANDO UM COPO DE VINHO, COM BATONS VERMELHOS, DE CABELOS LONGOS, COM ROUPAS PROVOCANTES, UM OLHAR BLASÉ... ISSO É SEDUÇÃO??? PODE SER... DEPENDE DO CONTEXTO....
HUMMMM, MEIO FAKE. NÃO?
UM HOMEM, FUMANDO UM CIGARRO, COM PERNAS CRUZADAS ( DE FORMA BEM MASCULINA), OLHANDO PARA OUTRA MULHER ( LHE DESPINDO, DE FORMA PENETRANTE)ISSO É FATAL???
HUMMMMM... NÃO SEI, SEI, NÃO SEI (FAKE)
UM SER HUMANO (HOMEM OU MULHER) ACORDANDO, BRINCANDO, CHORANDO, SE DESMIOLANDO, GARGALHANDO, DE PERNAS NÃO CRUZADAS, COM ROUPAS DESMAZELADAS, DE CABELOS EMARANHADOS...BEBENDO ÁGUA, CACHAÇA, SUCO, TODINHO...RS...É SENSUAL? É FATAL???
HUUMMMM, SEI, NÃO, SEI...SEI...SENSUAL??
ESTOU NA PESQUISA DA COISA...VOU OBSERVAR A FATALIDADE E A SENSUALIDADE...
O PROBLEMA VAI SER SE EU FICAR TÃO FATAL, TÃO SENSUAL E QUERER EU MESMA ME COMER...RS
HUUUM...FAKE, FAKE....
ESSE TEMA ME CUTUCOU...ME PROVOCOU, INTRIGOU, IRRITOU,ADORO SER IRRITADA EM FORMA DE PAZ...
BEM, BEM, VEJAMOS, DAQUI A ALGUNS ANOS FAREI UMA CONFERÊNCIA DA PESQUISA COLETADA: SEDUÇÃO PRECISA SER FATAL?
AH, CHAMAREI QUEM PARA FAZER A MATÉRIA?? JÁ SEI.VOCÊ.
ESSE TEMA....INSPIROU-ME... PROVOCOU-ME...EU ADORO!! RS
É ENGRAÇADO COMO ÁS PESSOAS NÃO PERCEBEM A COLABORAÇÃO DE COISAS QUE ELAS ME DÃO...COISAS LINDAS...SÓ AS PESSOAS QUE ME INTERESSAM, RS, PESSOAS FATAIS (VIUXE,RS) COMO VOCÊS TAMBÉM...
EVELIN, TATI E EMERSON.
LEITURAS MUSICADAS
HOJE A SEDUÇÃO FOI ENCANTADORA, SEDUTORA E FATAL.... RS
EMERSON CANTANDO E LENDO....... FATAL COISOOOOOOOOO LINDOOO
EVELIN LENDO E CANTANDO....FATAL COISAAAAA LINDAAAAAAAAAAAA
TATI LENDO E CANTANDO.... FATAL UMA FOFAAAAAAA LINDAAAA
CASEI COM ELES, RS....ENTREI NA IGREJA DA FATALIDADE... ISSO É SENSUAL?
AAAAAH, TATI FATALÉRRIMA CANTANDO SEM PRETENSÃO, CURTINDO DE TODA FORMA, LENDO... MÃOS NOS CABELOS...PONTO PARA A PESQUISA (FATAL)
HUUMM, DONA EVELIN, DONA EVELIN... CANTANDO E LENDO COM A VOZ QUE CAUSA ARREP.... OPS... QUANDO FICA SACUDINDO OS CABELOS.... FATAAAAL...EVA...RS (FATAL, PONTO PARA A PESQUISA)
EITA, EMERSON....RS....CABRAL, CABRAL...QUANDO CANTA....E LÊ O TEXTO....FATAL....(Ô UM POUQUINHO DODOI: Ô, DÓ DO BICHINHO..RS)( FATAL, PONTO PARA A PESQUISA)
RSRSRS....
ELES SABEM SER FATAIS DE TODAS AS FORMAS...
PARABÉNS VOCÊS SÃO LINDOS FATAIS, PONTO PARA A PESQUISA, GRATOS DE CORAÇÃO!
AH, PARA VOCÊ MINHA QUERIDA LINDA... AGORA FUD...VOU VIAJAR NA FATALIDADE DA COISA, BRINCADEIRAS DOS CONTOS...
PS; AH, O QUERIDA É NESSE TOM, NESSA INTENSÃO QUE VC ESTÁ PENSANDO... DE UMA PESSOA MUITO QUERIDA... RS
TATIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII DE LIMA LINDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! SE JOGUE MULHER SEMPRE!!!!!!!!!!! FATAAAAAAAAAAL, RSRSRS
EMERSON CABRAL (MEL) E EVELIN BUCHEGGER (EVA)... COISOOOOOOOOOSSS,RS, GOST..PARA...CARA...!
BRAVO, VAMO QUE VAMO...
BEIJOS FATAIS,RS, DE UMA PESSOA NA PESQUISA DA FATALIDADE SENSUAL DA COISA...RSRS
CULPA SUA. GRATA, RS.
HOJE A SEDUÇÃO FOI ENCANTADORA, SEDUTORA E FATAL.... RS
EMERSON CANTANDO E LENDO....... FATAL COISOOOOOOOOO LINDOOO
EVELIN LENDO E CANTANDO....FATAL COISAAAAA LINDAAAAAAAAAAAA
TATI LENDO E CANTANDO.... FATAL UMA FOFAAAAAAA LINDAAAA
CASEI COM ELES, RS....ENTREI NA IGREJA DA FATALIDADE... ISSO É SENSUAL?
AAAAAH, TATI FATALÉRRIMA CANTANDO SEM PRETENSÃO, CURTINDO DE TODA FORMA, LENDO... MÃOS NOS CABELOS...PONTO PARA A PESQUISA (FATAL)
HUUMM, DONA EVELIN, DONA EVELIN... CANTANDO E LENDO COM A VOZ QUE CAUSA ARREP.... OPS... QUANDO FICA SACUDINDO OS CABELOS.... FATAAAAL...EVA...RS (FATAL, PONTO PARA A PESQUISA)
EITA, EMERSON....RS....CABRAL, CABRAL...QUANDO CANTA....E LÊ O TEXTO....FATAL....(Ô UM POUQUINHO DODOI: Ô, DÓ DO BICHINHO..RS)( FATAL, PONTO PARA A PESQUISA)
RSRSRS....
ELES SABEM SER FATAIS DE TODAS AS FORMAS...
PARABÉNS VOCÊS SÃO LINDOS FATAIS, PONTO PARA A PESQUISA, GRATOS DE CORAÇÃO!
AH, PARA VOCÊ MINHA QUERIDA LINDA... AGORA FUD...VOU VIAJAR NA FATALIDADE DA COISA, BRINCADEIRAS DOS CONTOS...
PS; AH, O QUERIDA É NESSE TOM, NESSA INTENSÃO QUE VC ESTÁ PENSANDO... DE UMA PESSOA MUITO QUERIDA... RS
TATIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII DE LIMA LINDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! SE JOGUE MULHER SEMPRE!!!!!!!!!!! FATAAAAAAAAAAL, RSRSRS
EMERSON CABRAL (MEL) E EVELIN BUCHEGGER (EVA)... COISOOOOOOOOOSSS,RS, GOST..PARA...CARA...!
BRAVO, VAMO QUE VAMO...
BEIJOS FATAIS,RS, DE UMA PESSOA NA PESQUISA DA FATALIDADE SENSUAL DA COISA...RSRS
CULPA SUA. GRATA, RS.
quarta-feira, 24 de março de 2010

TESE SEDUTORA:
Sedução...
Sedução? Sedução precisa ser fatal?Precisa não coisa linda.... Sedução, tá na ocasião, ta na situação, ta na provocação...TÁ NAS ENTRELINHAS coisa linda....
Ta naquilo que nunca se fez....TÁ NO OLHAR MISTERIOSO, TA NA TIMIDEZ, TA NA BRINCADEIRA....
Ta na dubiedade das palavras....Ta na roupa que esconde o corpo, ta no detalhe, ta na forma que a boca gesticula, ta na forma de pegar o copo (sem saber que se seduz)...
Sedução, coisa linda, é aquilo que a gente pensa: Será?? ?Não, não, isso é loucura, não quero não! NÃO DESEJO NÃO...DESEJO SIM, NÃO DESEJO NÃO, DESEJO SIM...rsrs...é vacilar, é o olho se mostrar, sem querer mostrar...é o pensamento vazar... e a palavra ECOAR ser oposta a uma situação...Sedução, não é ser apenas fatal...é ser casual, é ficar descabelada, é falar a maior bobagem, é ser inteligente burra, é ter paciência...Sedução é gozar em qualquer sentido...
ser lolita, ser fatal, ser tímida, ser Branca de Neve, ser a Bruxa, Dominatrix, ser a Magali...Tudo isso não importa não...Sedução, é o que sente por traz do cheiro...
Sedução é ser o que a gente é....aí seduz... Sedução não tem gênero, cor, raça...é o que ta por traz de uma capa, é alma...é imã, para os que vão sentindo movimentos....é algo que atrai sem saber porque atrai...é...sejam descabelados, arrumados, desarrumados...não é para isso que eu olho não...são cheiros de coisas que me atraem...
Não me venha argumentar porque vcs...porque sedução a gente não explica não, coisa linda, sente.
Eu sou da paz amorecooooooooooooos
sejam felizes nas descobertas, eu estou também me descobrindo, não sei de nada, sou uma fedelha ousada!
A seduçaõ existe já na imaginação....Sendo real ou ficticio....Quem poderá dizer que não é verdade uma brincadeira? Ficticio ou real....Tudo é sedução...
E quem vai dizer onde está o limite do que é real ou imaginário?
Estou seduzida por mim agora (narcisa) e por vcs, rs!
Mas as seduções são ciclicas sente-se e vão e vem...e as histórias são tranformadoras, passageiras....Beijos tradicionais. Porque sou tradicional...
Fatal??
Aí vc errando...
beijos nas almas, de uma amiga, sem medo de errar.
Sedução...
Sedução? Sedução precisa ser fatal?Precisa não coisa linda.... Sedução, tá na ocasião, ta na situação, ta na provocação...TÁ NAS ENTRELINHAS coisa linda....
Ta naquilo que nunca se fez....TÁ NO OLHAR MISTERIOSO, TA NA TIMIDEZ, TA NA BRINCADEIRA....
Ta na dubiedade das palavras....Ta na roupa que esconde o corpo, ta no detalhe, ta na forma que a boca gesticula, ta na forma de pegar o copo (sem saber que se seduz)...
Sedução, coisa linda, é aquilo que a gente pensa: Será?? ?Não, não, isso é loucura, não quero não! NÃO DESEJO NÃO...DESEJO SIM, NÃO DESEJO NÃO, DESEJO SIM...rsrs...é vacilar, é o olho se mostrar, sem querer mostrar...é o pensamento vazar... e a palavra ECOAR ser oposta a uma situação...Sedução, não é ser apenas fatal...é ser casual, é ficar descabelada, é falar a maior bobagem, é ser inteligente burra, é ter paciência...Sedução é gozar em qualquer sentido...
ser lolita, ser fatal, ser tímida, ser Branca de Neve, ser a Bruxa, Dominatrix, ser a Magali...Tudo isso não importa não...Sedução, é o que sente por traz do cheiro...
Sedução é ser o que a gente é....aí seduz... Sedução não tem gênero, cor, raça...é o que ta por traz de uma capa, é alma...é imã, para os que vão sentindo movimentos....é algo que atrai sem saber porque atrai...é...sejam descabelados, arrumados, desarrumados...não é para isso que eu olho não...são cheiros de coisas que me atraem...
Não me venha argumentar porque vcs...porque sedução a gente não explica não, coisa linda, sente.
Eu sou da paz amorecooooooooooooos
sejam felizes nas descobertas, eu estou também me descobrindo, não sei de nada, sou uma fedelha ousada!
A seduçaõ existe já na imaginação....Sendo real ou ficticio....Quem poderá dizer que não é verdade uma brincadeira? Ficticio ou real....Tudo é sedução...
E quem vai dizer onde está o limite do que é real ou imaginário?
Estou seduzida por mim agora (narcisa) e por vcs, rs!
Mas as seduções são ciclicas sente-se e vão e vem...e as histórias são tranformadoras, passageiras....Beijos tradicionais. Porque sou tradicional...
Fatal??
Aí vc errando...
beijos nas almas, de uma amiga, sem medo de errar.
Gratos pela sedução...Isso é um prato cheio, para contos, uma inspiração.
Não me provoque,RS, ser fatal??
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